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Mata Atlantica
Dinho Ferreira / Loja do Gorila
 

Professor agarra aluna de 11 anos e lasca beijo na boca da criança

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28/08/2013 11:33



Nem mesmo a relação aluno/professor ou a diferença de idade; nem o fato de que a porta da sala tava aberta, de que as paredes são de vidro, que uma secretária e outro professor estavam em ambientes ao lado; muito menos o fato de o ato ser considerado crime de estupro. Nada disso impediu o professor de inglês M.P., 58 anos, de agarrar e beijar na boca uma aluna de apenas 11 aninhos. O ataque rolou dentro da escola Infocenter Cursos Profissionalizantes, na noite de segunda-feira, no bairro São Vicente, em Itajaí. Assim que souberam do perrengue, avisados pelo pessoal da própria escola, os pais da aluna chamaram a polícia Militar. O professor admitiu o crime e acabou indo parar na depezona da rótula do Vanolli.
Chovia na noite de segunda-feira. Por conta disso, apenas a menina de 11 anos, um dos cinco alunos da turma regular de segundas e quartas-feiras da primeira fase do curso de inglês da Infocenter, apareceu pra aula, que começava às 18h e deveria terminar às 19h. O ambiente era inoportuno pra ação do tarado. A porta da sala tava aberta. Os biombos, com paredes de vidro, mostravam tudo que acontecia lá dentro. Na sala ao lado tinha outro professor e na recepção, a secretária.
A aula transcorria normalmente até que, em algum momento entre 18h e 18h30, o professor de inglês aloprou. O cinquentão segurou a aluna de 11 anos e tascou dois beijos nela. Um foi no rosto. O outro na boca.
Assustada com o que tinha acabado de acontecer, a aluna se soltou do cara, correu pra recepção, contou o que tinha rolado e pediu para que seus pais fossem chamados. A secretária entrou em contato com o dono da Infocenter, M.S., que se mandou até a escola, que fica na esquina das ruas Professor Erotides da Silva Fontes e Otávio Cesário Pereira.
Ao confirmar o que tinha acontecido, M.S. chamou os pais da aluna. Pouco mais de uma hora se passou quando, por volta das 19h30, os pais da menina chegaram na escola, acompanhados de uma baratinha da polícia Militar.
Na Infocenter, os fardados tiveram um lero com o professor, que confirmou o beijo forçado na aluna de apenas 11 aninhos. Ele então levou o teje preso e foi levado pra depezona da rótula do Vanolli. De acordo com a polícia Militar, até então o professor M.P. não tinha passagens pela polícia. A família também foi à depezona registrar a queixa. Beijar uma criança à força é considerado ‘estupro de vulnerável’ e o profe foi levado pro presídio da Canhanduba.

Dono da escola tá com medo que arroubo do tarado provoque preju
Ontem pela manhã, a Infocenter tava praticamente vazia. As luzes tavam todas apagadas, as salas vazias, os computadores desligados. A escola tava silenciosa, com um tom de luto. Apenas o empresário M.S. tava sentado na recepção, encarando o movimento dos carros na rua. Muito abatido, ainda tentava entender por que aquilo tinha acontecido justamente no seu estabelecimento e o que ele faria a partir de agora pra superar o vexame. “A escola tem uma história de 20 anos, mas só o tempo poderá dizer o que vai acontecer com a gente, o estrago que isso vai deixar”, comentou M. O medo de perder tudo aquilo que havia construído ao longo de duas décadas tava estampado no rosto pregado. E tudo por conta de um professor que aloprou. “Eu conversei com ele. Ele disse que deu branco, como se fosse um surto”, contou o empresário.
M. contratou o professor que pôs em xeque sua escola há dois anos e meio. Foi através de um anúncio no DIARINHO que o professor se apresentou na escola, mostrou o currículo e, depois de todos os acertos, foi contratado. Ele era o único professor de inglês das quatro turmas que cursavam línguas na escola. Das quatro turmas, apenas a da aluna vítima atende crianças e pré-adolescentes. Uma média de idade entre 12 e 13 anos.

Aulas suspensas e preju no caixa
Com o que rolou, todas as outras turmas do professor aloprado foram suspensas. As aulas dos outros cursos oferecidos pela Infocenter, como os cursos profissionalizantes de informática, continuam. Mas a menina atacada já não estuda mais lá. Na manhã de ontem, o pai da criança voltou à Infocenter para conversar com M.S. Os dois concordaram que, para o bem da garotinha, ela deve deixar a escola. M.S. garantiu que vem prestando toda a assistência necessária à família e na noite de segunda-feira foi junto na delegacia .
Na tarde de ontem, M.S. ainda ligaria para avisar os pais do outros alunos que as aulas tavam suspensas. Algo dolorido para ele, tanto pela moral da escola quanto pelo prejuízo que isso lhe dará. “Pra mim tá sendo muito difícil. É um dia de choro”, concluiu.

 

Fonte: Diarinho

 

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